História do Ténis em Cascais – 7º capítulo

Surgiram, entretanto, novos valores nacionais, como José de Verda, vencedor dos Campeonatos Internacionais em singulares em 1918 e 1924, em pares masculinos nos anos de 1917-19, 1925 e 1929 e em pares mistos em 1921 e de 1926 a 1929; António Casanovas, que ganhou em pares masculinos na mesma competição nos anos de 1924, 1927, 1928 e 1936; Frederico de Vasconcelos, que venceu a mesma prova em equipa com Casanova e ainda em pares mistos, no ano de 1931; José Roquete, campeão de singles em Cascais nos anos de 1938 e 1939, de pares masculinos em 1938 e de pares mistos no ano de 1934; Eduardo Ricciardi, vencedor do torneio em singulares nos anos de 1935 e 1936, em mistos de 1936 a 1938 e, ainda, em pares masculinos em 1934 e 1939; Domingos d’Avillez, campeão de singulares e pares masculinos em 1934; e, por fim, Gabriela Cantarino, que ganhou em singles no ano de 1937, em pares femininos de 1930 a 1931 e em 1934 e também em pares mistos, nos anos de 1939 e 1943.

Os Campeonatos Internacionais de Ténis em Cascais prosseguiriam, quase sempre perseguidos pela chuva, vindo em 1935 a ser marcados pela vitória de Eduardo Ricciardi, que conseguiu para Portugal a vitória em singulares masculinos, proeza que repetiria no ano seguinte.

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